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A Arte de Errar

A Arte de Errar
Coaching

A Arte de Errar

Esta semana durante minhas meditações matinais me deparei com uma meditação muito interessante, com título: A Arte de Fazer Erros. Ela me fez refletir muito, percebi que os grandes aprendizados que tive na minha vida foram através dos meus erros, e eles que me desafiaram a me tornar uma pessoa melhor. 

Errar exercita também a resiliência e a perseverança. Ninguém adquire experiência se não cometer erros, mas o importante é entender o erro e usá-lo como uma oportunidade para se conhecer melhor, perceber o impacto das suas ações e seus pensamentos.

Tem um ditado que eu gosto muito do Peter Jones: “Não tenha medo de cometer erros. Tenha medo de não aprender com eles”.

Outro dilema que me veio a cabeça foi o seguinte, os intelligences aprendem com seus erros, já os sábios aprendem com os erros dos outros. Com isso em mente comecei a dar mais valor aos professores e mestres da minha vida e comecei a perguntar para eles quais foram os erros que eles cometeram e oque aprenderam com eles. Comecei isso neste fim de semana perguntando a alguns instrutores da atividade escoteira que estava participando. Realmente funciona! Eu aprendi muito.

Os psicólogos dizem que não devemos punir ou criticar os erros, porque é uma atitude natural a busca do conhecimento e o aprendizado dos limites, isso é muito importante quando lidamos com crianças, já quando se trata de uma equipe de trabalho, o erro por tentar fazer, também não deve ser criticado. Se a pessoa fez uma boa avaliação, buscou a informação, usou a experiência de outros e, mesmo assim, falhou, é hora de sentar com ela e descobrir onde falharam. No plural mesmo, porque em equipe, ninguém erra sozinho.

Aceitar os nossos erro é simples e deve ser feito com naturalidade. O problema é se nos falta a autocrítica para entender aonde e porque erramos. Seja humilde nas suas interações pois não há nada mais estimulante do que aprender, adquirir conhecimento e dominar processos que nos levem às soluções ou respostas. Errar sozinho é dolorido, penoso e caro. Errar por tentar, tendo se cercado de experiências, conhecimento e apoio dos outros é edificante.

A experiência do errar deve ser construtiva, nunca dolorida. 

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